LIVE DO TRABALHADOR NO 1º DE MAIO SOLIDÁRIO DAS CENTRAIS SINDICAIS TERÁ 4 HORAS DE DURAÇÃO

30 de abril de 2020
Fonte: Assessoria de Imprensa Força Sindical

Mais de 30 apresentações artísticas, de Leci Brandão ao titã Paulo Miklos, de Fábio Assunção e Gregório Duvivier, falas políticas e o lançamento de campanha de solidariedade marcarão o Dia do Trabalhador na internet. Link será disponibilizado na quinta-feira (30).

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Sob os ideais “Saúde, emprego e renda. Em defesa da Democracia. Um novo mundo é possível”, os trabalhadores brasileiros vão poder celebrar o 1º de Maio Solidário 2020 em casa, no sofá, em frente ao computador ou à tela do celular, em total segurança para evitar o risco de contágio pelo COVID-19.

Pela primeira vez na história do movimento sindical, as atividades que tradicionalmente marcam o Dia do Trabalhador serão realizadas somente em plataformas da internet. Não haverá rua, mas uma live com duração de 4 horas repleta de apresentações artísticas e mensagens dos representantes da classe trabalhadora e das instituições democráticas.

A partir das 11h30 desta sexta-feira (1º), ao acessar o link que será disponibilizado na quinta-feira (30), trabalhadores de qualquer parte do País poderão assistir à live nacional organizada de forma unitária pelas Centrais Sindicais – CUT, Força, UGT, CSB, CTB, CGTB, NCST, Intersindical, A Publica -, com o apoio das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.

Mais de 30 artistas de diferentes estilos se apresentarão durante a Live 1º de Maio Solidário. Entre eles Chico César, Zélia Duncan, Fernanda Takai, Toninho Geraes, Otto, Odair José, Leci Brandão, Marcelo Jeneci, Francis e Olivia Hime, o Titã Paulo Miklos. Os atores Fábio Assunção, Gregorio Duvivier e Osmar Prado também falarão na live.

A grade completa da programação e todas as informações técnicas serão enviadas à imprensa nesta quinta-feira (30).

Os presidentes das centrais sindicais e seus convidados enviarão suas mensagens aos trabalhadores. O 1º de Maio é uma data de celebração de conquistas e de reflexão sobre os desafios da classe trabalhadora, que, neste momento de pandemia do coronavírus, prioriza a luta pela vida, por empregos, renda, pela democracia e pelo direito de os trabalhadores terem um movimento sindical organizado, ouvido e respeitado.

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