<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>SINTEPAV - BA</title>
	<atom:link href="http://www.sintepav.org.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.sintepav.org.br</link>
	<description>Sindicato de lutas e vitórias de todos os dias</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Feb 2012 18:11:53 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>Fazer hora extra dobra o risco de depressão, dizem médicos</title>
		<link>http://www.sintepav.org.br/2012/02/02/fazer-hora-extra-dobra-o-risco-de-depressao-dizem-medicos/</link>
		<comments>http://www.sintepav.org.br/2012/02/02/fazer-hora-extra-dobra-o-risco-de-depressao-dizem-medicos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 18:11:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[noticia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sintepav.org.br/?p=2727</guid>
		<description><![CDATA[Estudo acompanhou dois mil funcionários públicos do Reino Unido. Quem trabalha 11 horas ou mais por dia têm o dobro do risco. Do G1, em São Paulo Funcionários que fazem hora extra regularmente têm o dobro do risco de ter uma depressão grave em comparação com quem trabalha de sete a oito horas por dia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em><span style="color: #808080;">Estudo acompanhou dois mil funcionários públicos do Reino Unido.<br />
Quem trabalha 11 horas ou mais por dia têm o dobro do risco.</span></em></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #808080;">Do G1, em São Paulo</span></p>
<p style="text-align: left;">Funcionários que fazem hora extra regularmente têm o dobro do risco de ter uma depressão grave em comparação com quem trabalha de sete a oito horas por dia, informa um estudo médico publicado nesta semana na revista científica “PLoS One”.</p>
<p style="text-align: left;">Segundo a pesquisa, feita por Marianna Virtannen, da University College, quem trabalha 11 ou mais horas por dia tem duas vezes mais risco de ter um episódio depressivo sério.<br />
A equipe acompanhou dois mil funcionários públicos no Reino Unido e descontou outros fatores de influência como a demografia, o estilo de vida e a profissão dos participantes do estudo.</p>
<p style="text-align: left;">Em nota, Virtannen disse que “embora uma hora extra de vez em quando seja boa tanto para o indivíduo quando para a sociedade, é importante reconhecer que trabalhar horas demais também está associado a um risco maior de depressão grave”.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sintepav.org.br/2012/02/02/fazer-hora-extra-dobra-o-risco-de-depressao-dizem-medicos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Assembleia decide Rumos da Greve na Arena Fonte Nova</title>
		<link>http://www.sintepav.org.br/2012/02/02/assembleia-decide-rumos-da-greve-na-arena-fonte-nova/</link>
		<comments>http://www.sintepav.org.br/2012/02/02/assembleia-decide-rumos-da-greve-na-arena-fonte-nova/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 18:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[home]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sintepav.org.br/?p=2722</guid>
		<description><![CDATA[Assessoria de Comunicação Sintepav-Ba Nesta sexta-feira (03), a partir das 07h, o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada e Montagem Industrial do Estado da Bahia (Sintepav), realizará uma assembleia com os trabalhadores da Arena Fonte Nova em frente ao canteiro de obras, localizado próximo ao Dique do Tororó para definir a continuidade da greve ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="color: #808080;">Assessoria de Comunicação Sintepav-Ba</span></em></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.sintepav.org.br/wp-content/uploads/2012/02/greve_fontenova.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2723 colorbox-2722" title="greve_fontenova" src="http://www.sintepav.org.br/wp-content/uploads/2012/02/greve_fontenova.jpg" alt="" width="306" height="204" /></a>Nesta sexta-feira (03), a partir das 07h, o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada e Montagem Industrial do Estado da Bahia (Sintepav), realizará uma assembleia com os trabalhadores da Arena Fonte Nova em frente ao canteiro de obras, localizado próximo ao Dique do Tororó para definir a continuidade da greve ou o retorno as atividades.</p>
<p style="text-align: left;">A greve teve início na quarta-feira (01), e foi motivada por descontos indevidos no salário dos trabalhadores, atraso no pagamento da cesta básica e no pagamento de acordo realizado no ano passado.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sintepav.org.br/2012/02/02/assembleia-decide-rumos-da-greve-na-arena-fonte-nova/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Operários da Arena Fonte Nova paralisam atividades em Salvador</title>
		<link>http://www.sintepav.org.br/2012/02/01/operarios-da-arena-fonte-nova-paralisam-atividades-em-salvador/</link>
		<comments>http://www.sintepav.org.br/2012/02/01/operarios-da-arena-fonte-nova-paralisam-atividades-em-salvador/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 01:08:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[home]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sintepav.org.br/?p=2714</guid>
		<description><![CDATA[01 de fevereiro de 2012 • 12h21 • atualizado às 12h26 Lindomar Assis Direto de Salvador Operários que trabalham nas obras da Arena Fonte Nova, em Salvador, paralisaram as atividades nesta quarta-feira. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Pesada e Montagem Industrial da Bahia (Sintepav-Ba), os trabalhadores reivindicam melhores condições de trabalho e tratamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="color: #808080;">01 de fevereiro de 2012 • 12h21 • atualizado às 12h26</span></em></p>
<p><em><span style="color: #808080;">Lindomar Assis</span></em></p>
<p><em><span style="color: #808080;">Direto de Salvador</span></em></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.sintepav.org.br/wp-content/uploads/2012/02/operarios-da-fonte-nova.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2715 colorbox-2714" title="operarios-da-fonte-nova" src="http://www.sintepav.org.br/wp-content/uploads/2012/02/operarios-da-fonte-nova.jpg" alt="" width="244" height="176" /></a>Operários que trabalham nas obras da Arena Fonte Nova, em Salvador, paralisaram as atividades nesta quarta-feira. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Pesada e Montagem Industrial da Bahia (Sintepav-Ba), os trabalhadores reivindicam melhores condições de trabalho e tratamento respeitoso na execução das obras.</p>
<p style="text-align: left;">A decisão foi tomada no fim da manhã de hoje em assembleia, quando os operários fizeram uma manifestação em frente a uma das entradas do local de trabalho, na região do Dique do Tororó, um dos principais cartões postais da capital baiana.</p>
<p style="text-align: left;">Os trabalhadores se reúnem em assembleia na manhã da próxima quinta-feira, para saber se a paralisação irá continuar ou se as atividades voltarão ao normal.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sintepav.org.br/2012/02/01/operarios-da-arena-fonte-nova-paralisam-atividades-em-salvador/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Trabalhar demais pode dar demissão</title>
		<link>http://www.sintepav.org.br/2012/01/25/trabalhar-demais-pode-dar-demissao/</link>
		<comments>http://www.sintepav.org.br/2012/01/25/trabalhar-demais-pode-dar-demissao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 21:07:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[home]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sintepav.org.br/?p=2709</guid>
		<description><![CDATA[Quan,25de Janeiro de 2012 fonte:Oglobo Chegar sempre fora de hora, não cumprir as tarefas determinadas pelo chefe ou apresentar comportamento antiprofissional são motivos para uma demissão. Agora, adicione mais este à lista: trabalhar durante o horário de almoço. É o que mostra artigo de Josh Sanburn, publicado no site Time Moneyland. O jornalista dá como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><span style="color: #888888;">Quan,25de Janeiro de 2012</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #888888;">fonte:Oglobo</span></p>
<p style="text-align: left;">Chegar sempre fora de hora, não cumprir as tarefas determinadas pelo chefe ou apresentar comportamento antiprofissional são motivos para uma demissão. Agora, adicione mais este à lista: trabalhar durante o horário de almoço. É o que mostra artigo de <a rel="external" href="http://moneyland.time.com/author/jsanburn/">Josh Sanburn</a>, publicado no site Time Moneyland. O jornalista dá como exemplo o caso de Sharon Smiley, recepcionista e assistente administrativa de uma empresa estatal de Chicago, nos Estados Unidos. Em janeiro de 2010, o prazo para ela terminar um projeto estava estourando. Então, Sharon decidiu &#8221;beliscar um lanchinho&#8221; em sua mesa de trabalho, enquanto usava a hora de almoço para concluir o trabalho. Um gerente da empresa, que não era seu chefe imediato, disse que ela deveria deixar sua mesa e ir almoçar fora dali. Sharon não lhe deu atenção e continuou trabalhando. Resultado? Foi demitida.</p>
<p style="text-align: left;">É que, pelas normas da empresa, todos os funcionários têm de dar uma pausa para o almoço de pelo menos 30 minutos. A situação se complicou pelo fato de Sharon ser recepcionista e, portanto, se sentar no hall de entrada da empresa. Para os gerentes, foi pouco profissional de sua parte comer na frente de clientes &#8211; ou potenciais clientes &#8211; que passavam pela porta principal. Ela não só perdeu o emprego, como também o direito de entrar com pedido de seguro-desemprego, já que foi demitida por justa causa. O caso foi parar na Justiça. Na semana passada, uma corte de apelações de Illinois (EUA) decidiu que Sharon não deveria ter ficado sem o seguro-desemprego, já que não tinha cometido falta grave.</p>
<p style="text-align: left;">O caso de Sharon traz à tona uma questão que poucas pessoas pensavam existir: a possibilidade de ser demitido por trabalhar demais. Numa época em que, devido à crise internacional, os empregadores estão deixando de contratar e tentam distribuir a maior quantidade de trabalho possível, não é de se estranhar que as organizações se sintam felizes por ter funcionários trabalhando durante o almoço.</p>
<p style="text-align: left;">Mas este tipo de problema já ocorreu antes, conta Sanburn. Em 2004, o New York Times fez uma reportagem sobre como os americanos estavam trabalhando além da hora, alguns sendo obrigados por seus gestores, para reduzir custos. Irritados por estarem sendo forçados a trabalhar mais pelo mesmo salário, eles começaram a processar as empresas e a vencer as ações. A T-Mobile, por exemplo, teve de pagar milhões de indenização depois que o Departamento de Trabalho revelou que a empresa de telefone sem fio forçou 20.500 funcionários de call centers a atuarem fora do horário.</p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sintepav.org.br/2012/01/25/trabalhar-demais-pode-dar-demissao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Desemprego está no pior nível, diz a OIT</title>
		<link>http://www.sintepav.org.br/2012/01/24/desemprego-esta-no-pior-nivel-diz-a-oit/</link>
		<comments>http://www.sintepav.org.br/2012/01/24/desemprego-esta-no-pior-nivel-diz-a-oit/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 19:49:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[noticia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sintepav.org.br/?p=2706</guid>
		<description><![CDATA[ter, 24 de jan/2012 FONTE: O Estado de S.Paulo Até 2020, 600 milhões de empregos têm de ser criados para equilibrar o mercado JAMIL CHADE , CORRESPONDENTE Entrando no quarto ano, a crise econômica põe o mundo à beira de uma explosão social que exigirá um plano de resgate trilionário para ser superada. Dados divulgados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="color: #888888;">ter, 24 de jan/2012</span></div>
<div><span style="color: #888888;">FONTE: O Estado de S.Paulo</span></div>
<div style="text-align: left;"><strong><em>Até 2020, 600 milhões de empregos têm de ser criados para equilibrar o mercado </em></strong></div>
<div style="text-align: left;">
<div id="texto">
<p><em>JAMIL CHADE , CORRESPONDENTE</em></p>
<p>Entrando no quarto ano, a crise econômica põe o mundo à beira de uma explosão social que exigirá um plano de resgate trilionário para ser superada. Dados divulgados pela Organização Internacional do Trabalho apontam que a crise do desemprego é a pior já registrada e a economia mundial terá de criar 600 milhões de postos de trabalho até 2020 para inserir os que hoje estão desempregados e ainda incorporar milhões de jovens que entrarão no mercado produtivo.<br />
A estimativa é de que os governos terão de investir 2% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial &#8211; US$ 1,2 trilhão &#8211; para criar os postos de trabalho eliminados e ainda dar uma resposta à nova geração de trabalhadores. Além disso, a recessão que eclodiu em 2008 exigirá uma década para ser superada.</p>
<p>Desde 2007, 27 milhões de pessoas perderam o trabalho, fazendo o número global de desempregados atingir o recorde de 197 milhões de pessoas, uma alta de 13% em poucos anos.</p>
<p>Metade dessa massa de desempregados está nos países ricos e a taxa média mundial de desemprego passou de 5,5% para 6,2%. Na América Latina, 3 milhões de pessoas foram demitidas nos dois primeiros anos da crise, fazendo a taxa subir de 7,0% para 7,7%. Em 2010 e 2011, porém, o índice caiu para 7,2%.</p>
<p>A esperança era de que, a partir de 2011, a economia mundial voltasse a crescer e começasse a gerar postos de trabalho. Mas o ano terminou com um resultado frágil. Nos países ricos, mais de 2 milhões de pessoas foram demitidas, o que foi compensado pela expansão nos mercados emergentes.</p>
<p>Neste ano, desaceleração da economia mundial fará com que pelo menos outros 3 milhões fiquem desempregados. O número, porém, poderá ser ainda maior se a Europa não der uma solução para sua crise da dívida e a própria OIT já admite que o ano verá a eliminação de 6 milhões de postos de trabalho e outros 5 milhões em 2013, metade na Europa. &#8220;Tudo indica que o desemprego continuará a crescer&#8221;, alertou Jose Manuel Salazar, diretor executivo da OIT.</p>
<p>Na Europa, 45 milhões de pessoas estão sem trabalho. Um terço já busca emprego por mais de um ano. Na melhor das hipóteses, a taxa de desemprego que bateu 8,8% em 2010 será reduzida para 7,7% em 2016. Mas, ainda assim, estará acima dos 6,1% de 2008.</p>
<p>A tarefa só ficará mais complicada nos próximos anos. Além de dar uma solução aos 200 milhões de desempregados, o mundo verá uma explosão da oferta de mão de obra, com a chegada ao mercado de 400 milhões de novos trabalhadores. Nos países emergentes, a expansão demográfica será a principal responsável. Sem uma resposta, governos poderão registrar protestos, explosão social e violência.</p>
<p>Esse &#8220;caldo&#8221; já começa a ser fermentado diante das dificuldades em encontrar trabalho. Hoje, 29 milhões de pessoas pelo mundo já abandonaram a busca por um emprego diante da falta de oferta. Se esse contingente fosse somado ao total de desempregados, o número chegaria a 225 milhões de pessoas e a taxa do desemprego passaria de 6% para 7%.</p>
<p>Outro fator é o desemprego recorde entre jovens. O número absoluto chega a 74 milhões de pessoas, 4 milhões a mais em relação a 2007. Em alguns países europeus, metade desses jovens não encontra trabalho.</p>
<p>Década perdida. Se a crise continuar, a previsão é de que em 2016 haverá mais 9 milhões de desempregado. Na OIT, a percepção é de que os pacotes de austeridade que se proliferam para dar uma resposta à crise da dívida estão deteriorando ainda mais a situação. Em 2013, portanto, o desemprego pode bater recorde na Europa, com uma taxa de 9%, acima dos 8,8% de 2010.</p>
<p style="text-align: left;">Para a OIT, não há dúvidas de que os planos adotados por governos para lidar com a crise não estão gerando empregos. A entidade, portanto, pede investimentos e que criação de postos de trabalho esteja entre as prioridades. &#8220;Sair ou não da crise vai depender da criação de postos de trabalho&#8221;, alertou Juan Somavia, diretor da OIT.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sintepav.org.br/2012/01/24/desemprego-esta-no-pior-nivel-diz-a-oit/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mundo precisa gerar mais de 600 milhões de empregos em dez anos</title>
		<link>http://www.sintepav.org.br/2012/01/24/mundo-precisa-gerar-mais-de-600-milhoes-de-empregos-em-dez-anos/</link>
		<comments>http://www.sintepav.org.br/2012/01/24/mundo-precisa-gerar-mais-de-600-milhoes-de-empregos-em-dez-anos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 19:48:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[home]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sintepav.org.br/?p=2704</guid>
		<description><![CDATA[ter, 24 de jan/2012 FONTE: 24h News   O mundo precisará criar 600 milhões de empregos na próxima década. O alerta foi feito pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) em relatório divulgado nesta segunda-feira, 23), intitulado Tendências Mundiais de Emprego 2012. O documento alerta para o fato de que não haverá alterações significativas nas taxas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="color: #888888;">ter, 24 de jan/2012</span></div>
<div><span style="color: #888888;">FONTE: 24h News</span></div>
<div><span style="color: #888888;"> </span></div>
<div><span style="color: #888888;"></p>
<p style="text-align: left;">O mundo precisará criar 600 milhões de empregos na próxima década. O alerta foi feito pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) em relatório divulgado nesta segunda-feira, 23), intitulado Tendências Mundiais de Emprego 2012. O documento alerta para o fato de que não haverá alterações significativas nas taxas de desemprego em todo o mundo, nos próximos quatro anos. A estimativa é que, neste ano, o número de desempregados atinja 200 milhões e, até 2016, esse número poderá alcançar os 206 milhões.</p>
<p style="text-align: left;">Caso o cenário econômico tenha uma piora até o fim deste ano, o número de desempregados em todo o mundo poderá atingir mais de 204 milhões e, em 2013, mantendo-se o mesmo cenário, esse número poderá chegar a 209 milhões.</p>
<p style="text-align: left;">Em 2011, de acordo com o documento, o número de jovens desempregados entre 15 e 24 anos chegou aos 74,8 milhões, isso significa um aumento de mais de 4 milhões desde 2007. O relatório diz ainda que 6,4 milhões de jovens perderam a esperança de encontrar um emprego e deixaram o mercado de trabalho. Aqueles que estão empregados, na maioria, trabalham em postos de meio período ou estão submetidos a contratos temporários.</p>
<p style="text-align: left;">Segundo a OIT, o número de pessoas empregadas sofreu uma queda entre 2007 e 2010. A taxa de pessoas empregadas em 2007 no mundo todo era 61,2% e, em 2010, caiu para 60,2%, o maior declínio desde 1991. A OIT diz que as projeções para os próximos anos não são boas e é possível que em 2013 seja registrada uma taxa ainda menor do que a de 2010. A organização aponta ainda que, mesmo no melhor cenário, as taxas de criação de empregos não serão suficientes para trazer um aumento significativo dos níveis de emprego.</p>
<p style="text-align: left;">Ainda de acordo com o relatório, as perspectivas econômicas mundiais são incertas e os níveis de investimento em todo o mundo têm sido desiguais. Nas economias avançadas e na Europa Oriental, os problemas financeiros não foram resolvidos e há altos níveis de incerteza sobre as perspectivas globais. Além disso, há uma menor propensão das famílias ao consumo, o que tem retardado a recuperação dos investimentos empresariais. A lenta recuperação desses investimentos tem trazido efeitos negativos para as taxas de emprego, como o aumento do desemprego.</p>
<p style="text-align: left;">Por outro lado, as economias emergentes – como o Brasil – têm voltado aos níveis pré-crise de investimento e deverão aumentar essas taxas no médio prazo. No entanto, a desaceleração dos investimentos nas economias mais fortes pode ser prejudicial para as economias em desenvolvimento. A OIT estima que o fortalecimento dos incentivos econômicos pode gerar uma recuperação mais rápida e que um crescimento de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, traduzido em valores nominais de US$ 1,2 bilhões, é necessário para absorver a lacuna de empregos criada pela crise financeira.</p>
<p style="text-align: left;">A OIT acredita que, para lidar com a recessão prolongada criada pela crise financeira internacional e colocar a economia mundial em um caminho sustentável é necessária uma mudança nas políticas públicas. Segundo a entidade, as políticas promovidas no período da crise, de financiamento do déficit público, e a flexibilização monetária não são eficientes. A OIT também sugere que uma maior liquidez financeira poderia ajudar os países, com reflexos na economia mundial. Esse tipo de medida, para o organismo internacional, é um dos pontos necessários para estimular a criação de empregos.</p>
<p style="text-align: left;">O relatório recomenda ainda uma maior regulação do sistema financeiro para restabelecer a credibilidade e a confiança dos mercados. Isso, conforme a OIT, permitiria que os bancos superassem o risco creditício que se instalou com a crise. Além disso, todas as empresas se beneficiariam com a volta do crédito, o que poderia ajudar na criação de novos empregos.</p>
<p></span></div>
<div><span style="color: #888888;"> </span></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sintepav.org.br/2012/01/24/mundo-precisa-gerar-mais-de-600-milhoes-de-empregos-em-dez-anos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sindicalistas se reúnem para debater direitos dos trabalhadores na Copa e nas Olimpíadas</title>
		<link>http://www.sintepav.org.br/2012/01/23/sindicalistas-se-reunem-para-debater-direitos-dos-trabalhadores-na-copa-e-nas-olimpiadas/</link>
		<comments>http://www.sintepav.org.br/2012/01/23/sindicalistas-se-reunem-para-debater-direitos-dos-trabalhadores-na-copa-e-nas-olimpiadas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 21:44:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[home]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sintepav.org.br/?p=2702</guid>
		<description><![CDATA[seg, 23 de jan/2012 FONTE: Assessoria de Imprensa da Força Sindical   Representantes das campanhas Playfair Brasil e Playfair Londres 2012 se reuniram em Londres, nos dias 12 a 14 de dezembro de 2011 para trocar idéias e compartilhar experiências com o objetivo de garantir que os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras sejam respeitados nas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="color: #888888;">seg, 23 de jan/2012</span></div>
<div><span style="color: #888888;">FONTE: Assessoria de Imprensa da Força Sindical</span></div>
<div><span style="color: #888888;"> </p>
<div id="texto">
<p style="text-align: left;"><img class="colorbox-2702"  src="http://www.fsindical.org.br/portal/arquivos/4129c1180fb7557bba658bf6ab3eded1.jpeg" border="0" alt="" hspace="5" vspace="5" align="left" />Representantes das campanhas Playfair Brasil e Playfair Londres 2012 se reuniram em Londres, nos dias 12 a 14 de dezembro de 2011 para trocar idéias e compartilhar experiências com o objetivo de garantir que os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras sejam respeitados nas Olimpíadas que serão realizadas em Londres (2012), Rio de Janeiro (2016) e na Copa do Mundo que será realizada no Brasil em 2014.</p>
<p style="text-align: left;">Entre os participantes estava presente a companheira Maria Susicléia Assis, 1ª secretária nacional de políticas para mulheres da Força Sindical, representando o Sindicato das Costureiras de São Paulo e Osasco.</p>
<p style="text-align: left;">O ponto principal da discussão foi o envolvimento da campanha inglesa Playfair 2012 com o movimento olímpico e marcas esportivas para proteger os direitos de trabalhadoras e trabalhadores nas cadeias de fornecimento global.</p>
<p style="text-align: left;">A Playfair Brasil deu continuidade a estas discussões, em reunião realizada na tarde desta segunda-feira, dia 23, na sede da UGT em São Paulo, com representantes da CSA, centrais sindicais e representantes de sindicatos da construção civil e da indústria têxtil. “O objetivo do encontro foi reforçar a idéia de que o trabalho decente esteja inserido na realização da Copa do Mundo no Brasil em 2014 e dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro em 2016”, diz Susicléia.</p>
<p style="text-align: left;">A sindicalista diz ainda que “de acordo com a campanha – Jogue Limpo em Londres –  a Playfair 2012 e a Playfair Brasil estão construindo esta campanha conjunta e pressionarão as autoridades olímpicas, as marcas da indústria esportiva e a FIFA para que assumam a responsabilidade pelos direitos dos trabalhadores, a fim de que estes feitos multimilionários respeitem os direitos humanos”, finaliza.</p>
</div>
<p></span></div>
<div><span style="color: #888888;"> </span></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sintepav.org.br/2012/01/23/sindicalistas-se-reunem-para-debater-direitos-dos-trabalhadores-na-copa-e-nas-olimpiadas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Por que a empregada sumiu (trecho)</title>
		<link>http://www.sintepav.org.br/2012/01/22/por-que-a-empregada-sumiu-trecho/</link>
		<comments>http://www.sintepav.org.br/2012/01/22/por-que-a-empregada-sumiu-trecho/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 19:08:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[home]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sintepav.org.br/?p=2699</guid>
		<description><![CDATA[Dom,22 de Janeiro de 2012 Fonte:Época Algumas horas do início de 2012, a advogada paulistana Silvia Hauschild, mãe de dois filhos, se preparava para a ceia de Ano-Novo, tranquila. Ela confiava na ajuda que receberia de uma diarista, mas estava errada: sem nenhum aviso, a empregada faltou. “Tínhamos convidados para a ceia e para um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #888888;">Dom,22 de Janeiro de 2012</span></p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte:Época</span></p>
<p style="text-align: left;">Algumas horas do início de 2012, a advogada paulistana Silvia Hauschild, mãe de dois filhos, se preparava para a ceia de Ano-Novo, tranquila. Ela confiava na ajuda que receberia de uma diarista, mas estava errada: sem nenhum aviso, a empregada faltou. “Tínhamos convidados para a ceia e para um churrasco no dia 1º e, de repente, fiquei na mão”, diz Silvia. O imprevisto que aconteceu com a advogada na entrada de 2012 poderia ser explicado apenas como um acidente de percurso, mas não. Ele faz parte de um quadro muito maior, que marca a entrada do mercado de trabalho brasileiro no século XXI: o sumiço das empregadas domésticas como existem hoje. A mãe da advogada, de sólida classe média, tinha empregadas em casa noite e dia. Silvia tem uma empregada que não dorme em casa e sabe que não pode contar indefinidamente com ela. Nos próximos anos, essa personagem, que já foi onipresente nas casas brasileiras de maior renda, vai simplesmente deixar de existir, ao menos da forma como a conhecemos. O fenômeno não ocorrerá de forma rápida nem será o mesmo em todas as regiões do país, mas já está em curso em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte ou Porto Alegre e é inevitável que se espalhe. Por causa dele, os lares brasileiros terão de mudar.</p>
<p style="text-align: left;">Essa mudança gigantesca está sendo movida por três fatores simultâneos: a melhor distribuição de renda regional, o crescimento da economia e a escolarização da população, que está causando uma espécie de revolução cultural. A questão regional é fácil de entender. Com o aumento de renda no Nordeste, secou a fonte de fornecimento de empregadas baratas. As meninas que antes vinham trabalhar em casas de família no Sudeste podem, agora, trabalhar com famílias de classe média de sua região ou arrumar outro tipo de emprego, sem migrar. O crescimento da economia, por sua vez, fez com que as moças que trabalham de empregada no Sudeste tenham alternativas de emprego e carreira. Podem escolher entre o trabalho doméstico e as atividades que pagam melhor ou oferecem mais horizontes. Por fim, a revolução cultural: tendo ido à escola, as jovens brasileiras simplesmente não querem mais trabalhar na casa dos outros, um fenômeno que já ocorreu em outros países. O trabalho doméstico carrega um estigma social e uma intrínseca falta de expectativas profissionais, problemas difíceis de compensar com mero aumento de salário. Quem pode escolher prefere não trabalhar na casa alheia, mesmo que seja para ganhar menos.</p>
<p style="text-align: left;">ganhar menos.</p>
<div style="text-align: left;"><img class="colorbox-2699"  title="- (Foto: Reprodução)" src="http://e.glbimg.com/og/ed/f/original/2012/01/20/714_empregada_03.jpg" alt="- (Foto: Reprodução)" width="161" height="250" /></div>
<p style="text-align: left;">A transformação demorou a chegar. O Brasil se acostumou à abundância de trabalho doméstico ao longo de quase 200 anos. Mesmo antes da abolição da escravidão, em 1888, moças de todas as raças migravam do campo para as cidades, a fim de trabalhar para famílias mais ricas, escapar da pobreza e aumentar a chance de encontrar um bom marido. Eram enredadas em relações de caráter dúbio, meio de trabalho, meio familiar, num novelo de padrinhos, madrinhas, agregados e favores. As moças recebiam normalmente abrigo e comida em troca de dar “ajuda” nos trabalhos da casa, como explica a economista Hildete Pereira de Melo, da Universidade Federal Fluminense (UFF), que há 20 anos estuda a evolução do emprego doméstico na história do Brasil. A “ajuda” virou trabalho remunerado na segunda metade do século XX. Mas esse mercado continuou dependente dos bolsões de pobreza, da desigualdade de renda entre regiões e do número de adultos sem instrução. Juntas, essas peças garantiram, até recentemente, uma oferta constante de pessoas dispostas a migrar para as capitais, morar na casa alheia e trabalhar por salários muito baixos, pequenos o bastante para caber no bolso da classe média tradicional. Mas o arranjo faz com que a economia funcione abaixo do grau de eficiência com que poderia. Uma parcela grande demais de mulheres (17% das que trabalham) se dedica ao serviço doméstico remunerado. Ele pode parecer precioso para quem conta com uma empregada eficiente e de confiança, mas produz pouco para a sociedade, não incentiva o estudo (também por causa das jornadas de trabalho imprevisíveis) e tolera a informalidade – não paga impostos nem forma poupança para a aposentadoria de quem trabalha. Trata-se de uma estrutura danosa para a economia. Nos últimos anos, ela começou a ruir.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sintepav.org.br/2012/01/22/por-que-a-empregada-sumiu-trecho/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Construção civil vive onda verde</title>
		<link>http://www.sintepav.org.br/2012/01/22/construcao-civil-vive-onda-verde/</link>
		<comments>http://www.sintepav.org.br/2012/01/22/construcao-civil-vive-onda-verde/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 18:48:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[home]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sintepav.org.br/?p=2697</guid>
		<description><![CDATA[Dom,22 de Janeiro de 2012 fonte: Oglobo Em apenas dois anos, 40% dos novos prédios comerciais do Rio deverão ser considerados edifícios verdes. A estimativa é da consultoria Cushman &#38; Wakefield, que fez o levantamento no segundo trimestre do ano passado, levando em conta lançamentos já previstos para até 2013. A maioria dos novos edifícios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><span style="color: #888888;">Dom,22 de Janeiro de 2012</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #888888;">fonte: Oglobo</span></p>
<p style="text-align: left;">Em apenas dois anos, 40% dos novos prédios comerciais do Rio deverão ser considerados edifícios verdes. A estimativa é da consultoria Cushman &amp; Wakefield, que fez o levantamento no segundo trimestre do ano passado, levando em conta lançamentos já previstos para até 2013. A maioria dos novos edifícios ficará na região do Centro. Hoje, 2,5% dos prédios comerciais da cidade são classificados como verdes.</p>
<p style="text-align: left;">— Ser sustentável pode ser o fiel da balança na hora de uma empresa se instalar nesse ou naquele prédio. Por isso, cada vez mais incorporadoras investem em prédios comerciais sustentáveis — explica João Pacheco, diretor de Engenharia e Sustentabilidade da Cushman &amp; Wakefield.</p>
<p style="text-align: left;">Prova disso é que crescem os pedidos de certificações de sustentabilidade no país. Só do selo Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), o aumento em 2011 foi de 140% em relação ao ano anterior, o que fez com que o país subisse do quinto para o quarto lugar no ranking dos países com mais edificações em certificação (429, no final do ano passado). Organização responsável pelo selo, o Green Building Council (GBC) faz o ranking nos 131 países em que está presente. À frente do Brasil, apenas Estados Unidos, China e Emirados Árabes Unidos.</p>
<p style="text-align: left;">— O Brasil registra crescimento muito bacana do setor. No último trimestre, recebemos um pedido por dia. E a tendência é que isso aumente à medida que as pessoas vejam os resultados econômicos de se instalarem em construções com características sustentáveis — destaca Marcos Casado, gerente técnico do GBC Brasil.</p>
<p style="text-align: left;">Segundo Casado, 20% dos edifícios que pedem a certificação não conseguem obtê-la. Ou seja, a vontade de ser, ou parecer, verde ainda é maior que a prática.</p>
<p style="text-align: left;">— Para receber o selo, é preciso atender a oito pré-requisitos com parâmetros mínimos. Nem todos conseguem atingi-los Mas isso já mostra que existe uma preocupação — diz Casado.</p>
<p style="text-align: left;">De qualquer forma, a tendência é clara. O selo Aqua, da Fundação Vanzolini, é outro que apresenta crescimento. Líder no número de certificações concedidas no país (50 até o fim de 2011, o dobro de 2010), o Aqua começou em 2008 analisando apenas prédios comerciais. Em 2010, lançou o selo para projetos habitacionais. Em 15 meses, foram certificados 13 prédios residenciais e um condomínio com 80 casas, quase todos no estado de São Paulo. Há propostas para outros seis empreendimentos.</p>
<p style="text-align: left;">— Esperamos fechar 2012 com ao menos 90 empreendimentos certificados no país. As pessoas se sentem orgulhosas quando sabem que moram numa casa sustentável, por exemplo — diz Bruno Casagrande, executivo de negócios da Fundação Vanzolini.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>No setor residencial, o ritmo de crescimento ainda é bem lento</strong></p>
<p style="text-align: left;">A ideia de viver numa casa ou num apartamento sustentável pode até agradar a muita gente. Mas o fato é que encontrar imóveis assim no mercado ainda é difícil. Enquanto as empresas parecem já ter percebido que os custos maiores na construção desses prédios são rapidamente compensados pela economia em sua manutenção (cerca de 30% a 40% na redução do consumo de água e energia, por exemplo), o consumidor final ainda parece reticente quanto a gastar mais na hora da aquisição.</p>
<p style="text-align: left;">— O cliente do prédio residencial ainda tem uma questão emocional forte com a compra do imóvel no Brasil. No comercial, existe uma preocupação econômica importante, sem falar nos ganhos em imagem para a empresa — explica Marcos Casado, gerente</p>
<p style="text-align: left;">técnico do GBC Brasil, que destaca ainda a grande redução os custos de obras sustentáveis. — O investimento das indústrias do setor vem barateando os custos.</p>
<p>sem autorização.</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sintepav.org.br/2012/01/22/construcao-civil-vive-onda-verde/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sintepav Lança Campanha Salarial 2012 com Marcha em Salvador</title>
		<link>http://www.sintepav.org.br/2012/01/20/sintepav-lanca-campanha-salarial-2012-com-marcha-em-salvador-2/</link>
		<comments>http://www.sintepav.org.br/2012/01/20/sintepav-lanca-campanha-salarial-2012-com-marcha-em-salvador-2/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 20:06:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[home]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sintepav.org.br/?p=2682</guid>
		<description><![CDATA[Os trabalhadores da Construção Pesada da Bahia, representados pelo Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada e Montagem Industrial (Sintepav), lança nesta sexta-feira (20), às 08h, com forte mobilização e reunindo milhares de trabalhadores, a Campanha Salarial 2012 da categoria. Após concentração dos trabalhadores na Praça do Campo da Pólvora com a realização de um ato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://www.sintepav.org.br/wp-content/uploads/2012/01/cs2012.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2683 colorbox-2682" title="cs2012" src="http://www.sintepav.org.br/wp-content/uploads/2012/01/cs2012.jpg" alt="" width="272" height="173" /></a>Os trabalhadores da Construção Pesada da Bahia, representados pelo Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada e Montagem Industrial (Sintepav), lança nesta sexta-feira (20), às 08h, com forte mobilização e reunindo milhares de trabalhadores, a Campanha Salarial 2012 da categoria. Após concentração dos trabalhadores na Praça do Campo da Pólvora com a realização de um ato político, os trabalhadores sairão em caminhada até o Campo Grande ocupando uma faixa da Avenida Joana Angélica.</p>
<p style="text-align: left;">O Lançamento da Campanha Salarial 2012 contará com a participação de milhares de trabalhadores (as) das obras do estado, como a Arena Fonte Nova, Via Expressa,Via Bahia, Pólo Naval, Consórcio 093, Obras de saneamento, Ferrovia, Metro  Montagem Industrial, obras de terraplanagem, Saneamento básico, entre outras.</p>
<p style="text-align: left;">A Marcha marca a entrega da Pauta de Reivindicações da categoria que tem data base 1º de março e cumpre o objetivo de informar a sociedade, considerando que as obras públicas têm um impacto na vida das pessoas e que são fundamentais na integração econômica da Bahia, as reivindicações dos milhares de trabalhadores em todo o estado.</p>
<p style="text-align: left;">A Campanha Salarial ocorre no momento em que a recente conquista obtida pelo Brasil, a de sexta economia mundial, coloca para a sociedade brasileira e o governo o desafio de traduzir a riqueza acumulada e com grande concentração nas mãos de poucos, em riqueza melhor distribuída, maior participação dos rendimentos do trabalho no PIB, desenvolvimento sustentável com valorização social do trabalho e mais investimento em educação.</p>
<p style="text-align: left;">A posição brasileira retrata o crescimento sustentado da economia em função de uma opção macroeconômica adotada pelo governo federal, tendo o fundamento da gastança governamental e aumento da taxa publica de investimentos como um motor importante para manutenção desse ciclo. O Brasil, não pode regredir, e o governo deve entender esta condição como conquista da sociedade. Outro elemento central para manutenção do crescimento tem sido a renda das famílias brasileiras puxadas pelos salários, o que permite ao Brasil um padrão de crescimento com inclusão, distinto, portanto, de muitos outros países.</p>
<p style="text-align: left;">Os trabalhadores entendem que a manutenção da taxa pública de investimentos com maior formalidade do emprego com aumento da renda dos trabalhadores ajuda o ciclo do crescimento, que junto com outras políticas econômicas, protege melhor o país da crise do capital financeiro que abateu os paises centrais e a Europa.</p>
<p style="text-align: left;">O crescimento positivo do PIB brasileiro é forte indicador da riqueza gerada pelos setores econômicos. Entre estes setores, a Construção tem se destacado pelo aumento gradativo da sua participação na riqueza nacional e pelo faturamento da cadeia produtiva, que só em 2010, movimentou cerca de 240 bilhões, e em 2011 fechará próximo deste valor.  Essa riqueza tem a marca das mãos dos trabalhadores da construção, cujo trabalho deve ser valorizado social e economicamente, fazendo a riqueza gerada retornar em forma de melhores salários.</p>
<p style="text-align: left;">Nesta condição, o SINTEPAV realizará sua campanha salarial entendendo que não há espaços para regressão de direitos. Os trabalhadores com sua pauta querem negociações de caráter distributivo da riqueza gerada, proteção social ao trabalho, meio ambiente do trabalho com segurança, assistência medica suplementar, maiores salários e um pacote de benefícios sociais que resultem em maior dignidade humana no trabalho.</p>
<p style="text-align: left;">Na Bahia, somos mais de 30 mil trabalhadores da construção pesada distribuídos em 301 obras com mais de 300 empresas, com valor de investimentos globais próximo dos 20 bilhões de reais. Entre as principais obras estão a Arena Fonte Nova, Via Expressa, Via Bahia, Pólo Naval. Parque Eólico, Ferrovia Oeste-Leste, Metro, entre outras. A despeito de toda riqueza gerada, á média salarial dos trabalhadores é pouco mais de R$ 1.000,00 ( hum mil) reais, o que reflete o grau de empobrecimento dos trabalhadores da Bahia.</p>
<p><span style="color: #003366;"><strong><em>Confira as Principias Reivindicações</em></strong></span></p>
<p><span style="color: #003366;"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p><span style="color: #003366;"><em> • Reajuste de 20%</em><em><br />
• 40 horas semanais</em><em><br />
• Saúde e Segurança do Trabalho</em><em><br />
• Pisos Salariais unific<span style="color: #003366;">ados nacionalmente<br />
• </span></em><span style="color: #003366;"><em>Horas Extras seg a sexta a 80%, sábado a 100%, domingos e feriados a 120%<br />
• Plano de Saúde empregados e dependentes</em></span></span><span style="color: #003366;"><em><br />
• Cesta básica R$ 300,00<br />
• PLR 660 horas anuais<br />
• Ajuste da tabela salarial  de funções;</em></span><span style="color: #003366;"><em><span style="color: #003366;"><br />
• OLT-Organização nos Locais de Tra</span>balho</em></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sintepav.org.br/2012/01/20/sintepav-lanca-campanha-salarial-2012-com-marcha-em-salvador-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

