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Força Sindical e Sindicatos debatem hoje campanha salarial do 1º semestre e greves na Copa

17 de abril de 2014
Fonte: Força Sindical

Categorias de trabalhadores com datas-base neste 1º semestre vão se reunir hoje (dia 17), às 8 horas, na sede da Força Sindical, em São Paulo, para discutir estratégias de unidade para conquistar direitos e fechar bons acordos salariais. As categorias também discutirão paralisações de vários setores durante a realização da Copa do Mundo.

Entre esses setores estão aeroviários, rodoviários, trabalhadores da construção civil, das usinas de etanol e da alimentação, eletricitários, telefônicos, servidores públicos municipais e estivadores. “Juntos, podemos intensificar a mobilização para conquistarmos bons acordos e mais direitos”, diz Miguel Torres, presidente da Força Sindical.


NOTÍCIAS

Dois eventos

17 de abril de 2014
Fonte:
João Guilherme Vargas Netto, consultor sindical / Artigo

Participei ativamente de dois eventos promovidos por entidades sindicais que, embora tenham tido grande afluência e divulgação, merecem (um pouco por vaidade) meu registro.

O primeiro deles, convocado pela CNTU e realizado na sede do sindicato dos Engenheiros em São Paulo, teve como tema a valorização do ministério do Trabalho e Emprego.

Em uma manhã memorável compareceram à abertura e falaram os presidentes da Força Sindical, da UGT e da Nova Central, o representante do ministro atual e cinco ex-ministros que já pertencem à história: Almino Afonso, Dorotea Werneck, Almir Pazzianotto, Antônio Rogério Magri e Walter Barelli.

Todos reconheceram a oportunidade do seminário e enfatizaram a necessidade de fortalecimento do ministério.

Durante a tarde, a discussão continuou com a participação de técnicos, de  advogados, do DIEESE e do DIAP.

A CNTU se encarregou de preparar um documento-carta com as sugestões para que se retome o protagonismo que já foi o do ministério e deve andar junto com o protagonismo do movimento sindical.

No dia seguinte participei juntamente com Frei Betto, de uma discussão sobre os 50 anos do golpe militar de 1964 que deixou inúmeras heranças malditas para o povo brasileiro.

Esta foi uma promoção do DIEESE, realizada na sede-escola da instituição e faz parte de um ciclo de promoções alusivas à efeméride.

Com a dramaticidade exacerbada pelo filme sobre a trágica morte de Frei Tito, sucumbido em decorrência das torturas a que foi submetido, o público, atento, compreendeu e debateu as motivações e os posicionamentos meus e de Frei Betto, que coincidem com o anseio unânime do movimento sindical: ditadura nunca mais!